I haven´t slept at all in days
It´s been so long since we´ve talked
And I have been here many times
I just don´t know what I´m doing wrong
What can I do to make you love me
What can I do to make you care
What can I say to make you feel this
What can I do to get you there
There´s only so much I can take
And I just got to let it go
And who knows I might feel better, yeah
If I don´t try and I don´t hope
What can I do to make you love me
What can I do to make you care
What can I say to make you feel this
What can I do to get you there
No more waiting, no more aching...
No more fighting, no more trying...
Maybe there´s nothing more to say
And in a funny way I´m calm
Because the power is not mine
I´m just going to let it fly
What can I do to make you love me
(What can I do to make you love me)
What can I do to make you care
(What can I do to make you care)
What can I say to make you feel this
(What can I do to make you love me)
What can I do to get you there
(What can I do to make you care)
(2X)
And love me... love me...
Uhu! Um blog para discutir, discordar, concordar, mostrar, ou só rir mesmo, que é o mais natural...=]
sábado, agosto 13, 2005
terça-feira, agosto 09, 2005
Vício Urbano
A falta de ar machucava sua garganta. Uma dor alucinante o sufocava. Correu. Finalmente alcançou; pisou no tapete e as portas se abriram. O ar fresco característico de ar condicionado encheu seus pulmões e ele voltou a respirar.
Tinha acabado de entrar em um shopping e o ambiente o confortava. Caminhou, então, até o banheiro; estava ofegante.
Olhou-se no espelho, lavou, secou o rosto e ajeitou o cabelo. Qual o problema em querer parecer bonito? Gostava de se arrumar, de usar roupas chiques. Não era gay! Não. E nem admitia o rótulo “metrossexual”, mas gostava de estar arrumado.
Saindo do banheiro observou as vitrines. Encontrava-se no shopping Villa Lobos e estava duas horas adiantado para seu encontro.
Continuou caminhando até que o viu. Lá estava ele, preto e prata, reluzente, sorrindo para ele. O mais novo celular. Tinha câmera, visor colorido, bluetooth, infravermelho, computador embutido, cordão para pendurar no pescoço e até...um cortador de unha!
Furou a fila e se dirigiu à vendedora. Queria saber o preço. A resposta o atordoou, já que era seis vezes o seu salário.
Sentou no banco do corredor por um minuto para poder pensar e decidiu levá-lo. Era essencial; um celular deve refletir como você se sente, pelo menos era isso que Fernando pensava, e ele se sentia moderno, poderoso, lindo, exatamente como o celular, e um cortador de unhas é sempre muito útil.
Entregou o cartão à jovem que o atendia e assinou a fatura. Dezoito vezes! Uma verdadeira barganha!
Assim, feliz, e com celular novo, Fernando passeia pelo shopping. Até que uma porcentagem muita alta atinge seus olhos. 50%! Era isso que estava estampado na vitrine da Cavalera, 50%! Entrou imediatamente.
Nessas liquidações é sempre muito difícil achar algo legal, mas o mais difícil mesmo é achar algo que caiba.
Achou uma camiseta com uma estampa moderna, mas dois tamanhos maiores que o dele, mas estava tão baratinha que resolveu levar. Incluiu na conta uma calça jeans também já que se encontrava lá, mas ela não estava na promoção.
Seu celular antigo tocou. Não tinha transferido as ligações ainda. Era ela. Não poderia vir pois tinha batido o carro. Perguntou se estava bem. Estava.
Achou melhor assim, afinal aquela menina gastava muito de seu dinheiro. Cinema, pipoca, McDonald’s. Se continuasse assim ela ia ficar imensa.
Fernando já havia gastado bastante, mas não está satisfeito. Estava nervoso. O Villa-Lobos era muito complicado, não tinha tantas opções para gastar dinheiro, quer dizer, para comprar roupas. O Iguatemi, por exemplo, parecia mais agradável.
Ficou pensando em que gastaria o resto de seu dinheiro. Surgiu uma idéia. Mas será que deveria? Estaria pagando pelo pior dos pecados! Decidiu que sim, já que era inconcebível voltar para casa com dinheiro sobrando.
Foi até a doceria e comprou um brigadeiro. Todo aquele açúcar fluiu pelas suas veias. Agora estava satisfeito.
Tinha acabado de entrar em um shopping e o ambiente o confortava. Caminhou, então, até o banheiro; estava ofegante.
Olhou-se no espelho, lavou, secou o rosto e ajeitou o cabelo. Qual o problema em querer parecer bonito? Gostava de se arrumar, de usar roupas chiques. Não era gay! Não. E nem admitia o rótulo “metrossexual”, mas gostava de estar arrumado.
Saindo do banheiro observou as vitrines. Encontrava-se no shopping Villa Lobos e estava duas horas adiantado para seu encontro.
Continuou caminhando até que o viu. Lá estava ele, preto e prata, reluzente, sorrindo para ele. O mais novo celular. Tinha câmera, visor colorido, bluetooth, infravermelho, computador embutido, cordão para pendurar no pescoço e até...um cortador de unha!
Furou a fila e se dirigiu à vendedora. Queria saber o preço. A resposta o atordoou, já que era seis vezes o seu salário.
Sentou no banco do corredor por um minuto para poder pensar e decidiu levá-lo. Era essencial; um celular deve refletir como você se sente, pelo menos era isso que Fernando pensava, e ele se sentia moderno, poderoso, lindo, exatamente como o celular, e um cortador de unhas é sempre muito útil.
Entregou o cartão à jovem que o atendia e assinou a fatura. Dezoito vezes! Uma verdadeira barganha!
Assim, feliz, e com celular novo, Fernando passeia pelo shopping. Até que uma porcentagem muita alta atinge seus olhos. 50%! Era isso que estava estampado na vitrine da Cavalera, 50%! Entrou imediatamente.
Nessas liquidações é sempre muito difícil achar algo legal, mas o mais difícil mesmo é achar algo que caiba.
Achou uma camiseta com uma estampa moderna, mas dois tamanhos maiores que o dele, mas estava tão baratinha que resolveu levar. Incluiu na conta uma calça jeans também já que se encontrava lá, mas ela não estava na promoção.
Seu celular antigo tocou. Não tinha transferido as ligações ainda. Era ela. Não poderia vir pois tinha batido o carro. Perguntou se estava bem. Estava.
Achou melhor assim, afinal aquela menina gastava muito de seu dinheiro. Cinema, pipoca, McDonald’s. Se continuasse assim ela ia ficar imensa.
Fernando já havia gastado bastante, mas não está satisfeito. Estava nervoso. O Villa-Lobos era muito complicado, não tinha tantas opções para gastar dinheiro, quer dizer, para comprar roupas. O Iguatemi, por exemplo, parecia mais agradável.
Ficou pensando em que gastaria o resto de seu dinheiro. Surgiu uma idéia. Mas será que deveria? Estaria pagando pelo pior dos pecados! Decidiu que sim, já que era inconcebível voltar para casa com dinheiro sobrando.
Foi até a doceria e comprou um brigadeiro. Todo aquele açúcar fluiu pelas suas veias. Agora estava satisfeito.
domingo, julho 17, 2005
Nostalgia
Primeiramente gostaria de me desculpar pela grande demora...Faz um tempão que eu não posto, mas...É férias, né? Fui viajar e tudo mais...Pro interior!
Lá tem uma coisa pra fazer, mas eu tenho também muito tempo para pensar...é muito divertido...Foi em um desses meus devaneios que eu tive um big momento nostáligico.
Minha mãe pediu para eu fazer um mural só com fotos minhas e de meus amigos! Nossa! Eu não tenho certeza se eles lêem isso aqui ou não, mas eu queria agradecer eles por estarem lá comigo. Principalmente a Marie, o Bruno, a Ma Pacheco, o Belinky e o Rudi, que são os mais já foram para a represa comigo!
Meu! Às vezes eu olho para trás e relembro os meus momentos de mais necessidade e como eles me ajudaram! Valeu galera, eu não teria conseguido sem vocês.
Queria agradecer a turma que eu conheci no colegial também, né? Galera Limonada, vcs são o máximo!
Bem, basta disso, só to com tanta saudades de vocês que nem sei o que falar...
Vamos falar de outra coisa...Conheci nessas férias uma galera do wakena represa; fiz uma clínica irada na primeira semana com umas pessoas super legais: o Marreco, o Valim, a Joana e o marido dela, o André...gente finíssima...Os caras são fera, viu? Eles mandam as manobras mais bicudas do Brasil...para aprender direito tem que aprender com os melhores, né? hauhauha....zuera...
Acontece tanta coisa quando a gente relaxa, não é? Se você não lê um jornal você fica perdidaço...tipo, você volta para são Paulo e a dona da Daslu tá presa, tem um monte de gente aparecendo com dinheiro na cueca...etc...
Lá tem uma coisa pra fazer, mas eu tenho também muito tempo para pensar...é muito divertido...Foi em um desses meus devaneios que eu tive um big momento nostáligico.
Minha mãe pediu para eu fazer um mural só com fotos minhas e de meus amigos! Nossa! Eu não tenho certeza se eles lêem isso aqui ou não, mas eu queria agradecer eles por estarem lá comigo. Principalmente a Marie, o Bruno, a Ma Pacheco, o Belinky e o Rudi, que são os mais já foram para a represa comigo!
Meu! Às vezes eu olho para trás e relembro os meus momentos de mais necessidade e como eles me ajudaram! Valeu galera, eu não teria conseguido sem vocês.
Queria agradecer a turma que eu conheci no colegial também, né? Galera Limonada, vcs são o máximo!
Bem, basta disso, só to com tanta saudades de vocês que nem sei o que falar...
Vamos falar de outra coisa...Conheci nessas férias uma galera do wakena represa; fiz uma clínica irada na primeira semana com umas pessoas super legais: o Marreco, o Valim, a Joana e o marido dela, o André...gente finíssima...Os caras são fera, viu? Eles mandam as manobras mais bicudas do Brasil...para aprender direito tem que aprender com os melhores, né? hauhauha....zuera...
Acontece tanta coisa quando a gente relaxa, não é? Se você não lê um jornal você fica perdidaço...tipo, você volta para são Paulo e a dona da Daslu tá presa, tem um monte de gente aparecendo com dinheiro na cueca...etc...
quarta-feira, junho 29, 2005
O accomplishment de cada dia
Fui recentemente em uma palestra do Marcelo Gleiser (professor titular de Física e Astronomia no Dartmouth College (EUA), autor de artigos especializados e escritor premiado de divulgação científica) sobre Ciência, Poder e Sociedade no Século 21.
Não exatamente isso que ele tratou, mas de qualquer jeito foi super interessante.
Ele dividou sua palestra, de modo geral, em três grandes tópicos. O primeiro deles era Globalização e Informação com foco na Internet.
Depois ele passou para a genética e discussões já conhecidas como agrotóxicos, alimentos geneticamente modificados, clonagem e o uso das células tronco. Depois, um tanto desconectado do resto, ele falou sobre o aquecimento global e cuidados com o nosso planeta. Aí ele adicionou previsões ligadas a Astronomia, que também faz parte de sua formação.
Para finalizar ele juntou tudo falando sobre a busca de novos mundos e se existe vida fora da Terra e se existi vida inteligente fora da Terra.
Como podemos ver foi uma palestra muito completa, mas eu achei que ele deveria ter se aprofundado um pouco mais em um assunto específico e não tentar falar um pouco de tudo. Acho que sua proposta inicial foi abrangente demais. De resto foi uma ótima palestra de um homem que se mostrou um verdadeiro gênio.
Logo na manhã seguinte eu fui junto com o Bruno e a Maria conhecer a ONG Cidade Escola Aprendiz. Pretendemos contribuir com a ONG de alguma forma. Foi excepcional nossa visita. Tivemos até a chance de conhecer o Gilberto Dimestein, o fundador do Aprendiz, como eles carinhosamente apelidaram.
Depois fui me encontrar com uma galera para prestigiar a peça de teatro da minha querida amiga Mazinha, A Dança dos Signos. Eu amei, simplesmente. Tanto que estou levando mais 3 pessoas hoje. Depois da peça demos uma passadinha no New Dog e eu comi um X-Bacon. Sozinha. Iuhu. [Só para constar, isso é um accomplishment pq eu nunca consigo comer meus sanduíches inteiros geralmente devido às batatas fritas ingeridas anteriormente...]
Não exatamente isso que ele tratou, mas de qualquer jeito foi super interessante.
Ele dividou sua palestra, de modo geral, em três grandes tópicos. O primeiro deles era Globalização e Informação com foco na Internet.
Depois ele passou para a genética e discussões já conhecidas como agrotóxicos, alimentos geneticamente modificados, clonagem e o uso das células tronco. Depois, um tanto desconectado do resto, ele falou sobre o aquecimento global e cuidados com o nosso planeta. Aí ele adicionou previsões ligadas a Astronomia, que também faz parte de sua formação.
Para finalizar ele juntou tudo falando sobre a busca de novos mundos e se existe vida fora da Terra e se existi vida inteligente fora da Terra.
Como podemos ver foi uma palestra muito completa, mas eu achei que ele deveria ter se aprofundado um pouco mais em um assunto específico e não tentar falar um pouco de tudo. Acho que sua proposta inicial foi abrangente demais. De resto foi uma ótima palestra de um homem que se mostrou um verdadeiro gênio.
Logo na manhã seguinte eu fui junto com o Bruno e a Maria conhecer a ONG Cidade Escola Aprendiz. Pretendemos contribuir com a ONG de alguma forma. Foi excepcional nossa visita. Tivemos até a chance de conhecer o Gilberto Dimestein, o fundador do Aprendiz, como eles carinhosamente apelidaram.
Depois fui me encontrar com uma galera para prestigiar a peça de teatro da minha querida amiga Mazinha, A Dança dos Signos. Eu amei, simplesmente. Tanto que estou levando mais 3 pessoas hoje. Depois da peça demos uma passadinha no New Dog e eu comi um X-Bacon. Sozinha. Iuhu. [Só para constar, isso é um accomplishment pq eu nunca consigo comer meus sanduíches inteiros geralmente devido às batatas fritas ingeridas anteriormente...]
domingo, junho 26, 2005
O mundo em equilíbrio?
Ao ler as manchetes do jornal hoje senti o mundo em sintonia. Enquanto milhares de pessoas participam da 10ª Parada do Orgulho GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros) na praia de Copacabana no Rio de Janeiro, os gays indianos promovem marcha para protestar pelos direitos dos homossexuais, em Calcutá, na Índia. Não quero entrar em maiores discussões sobre os direitos homossexuais, já que eu não entendo muito do assunto, mas achei muito interessante como as duas notícias se completavam. Lá estavam, uma do lado da outra, falando sobre as mesmas coisas, mas de partes do mundo tão diferentes.
Nem são tão diferentes assim, né? É gostoso pensar o mundo como uma coisa única.
Você mesmo pode ver as outras "Imagens do Dia" . Tem notícias sobre a Fashion Week que começa essa semana e que eu pretendo ir (é divertido...) e sobre os jogos do fim de semana de futebol (claro...) e de vôlei (uau! inusitado...). As enchentes na China também não foram esquecidas.
Não quero me prolongar no assunto e quero ir dormir acreditando que o mundo é único e todos somos não tão diferentes dentro dele, e estamos portanto, sujeitos às mesmas coisas.
Nem são tão diferentes assim, né? É gostoso pensar o mundo como uma coisa única.
Você mesmo pode ver as outras "Imagens do Dia" . Tem notícias sobre a Fashion Week que começa essa semana e que eu pretendo ir (é divertido...) e sobre os jogos do fim de semana de futebol (claro...) e de vôlei (uau! inusitado...). As enchentes na China também não foram esquecidas.
Não quero me prolongar no assunto e quero ir dormir acreditando que o mundo é único e todos somos não tão diferentes dentro dele, e estamos portanto, sujeitos às mesmas coisas.
sábado, junho 25, 2005
Anna e o Rei; Festa Junina CCSP e Madagascar
Acabei de terminar de ver um filme lindo... O nome do filme é Anna e o Rei e é, na verdade, bem velhinho. O problema é que ele é o máximo!
O tema central é o nascimento de um amor proibido entre a professora inglesa e o Rei do Sião. O filme é triste por causa disso e por apresentar como "background" uma época de guerras e outras atrocidades da sociedade siamesa como escravidão e o seu sistema de justiça.
A parte do amor proibido foi a parte que eu mais gostei e, é claro, chorei... Eu sei, eu sei, é piegas ficar chorando em filmes, mas eu admito... Eu choro em 72,8% dos filmes que eu assisto. Eu chorei também por que eu tô mais ou menos totalmente apaixonada e não tenho idéia do que fazer... o que pode ser bom e o que pode ser ruim...
Eu não queria fazer deste blog um lugar onde eu possa fazer uma simples lista das coisas que eu fiz durante o dia, mas isso é, para mim, ineitável já que eu tanto prezo os meus pequenos Accomplishments(aê Marie!) de cada dia...
Por exemplo, ontem, sexta-feira (que a minha mãe simplesmente não me deixou postar...) eu fui no cinema com o Nicolás e o Joel ver Madagascar. Óbvio que isso não deveria ser nenhum accomplishment... mas o legal foi eu ter me aventurado a ir com um cara que eu mal conheço, mas que se mostrou muitíssimo simpático, o Joel e um "recent friend" que eu adoro, o Nicolás...
Foi divertidíssimo e o filme é ótimo!!
Já hoje eu fui na Festa Junina do Clube de Campo de São Paulo e foi o máximo! Eu fui, voltei e passei a maior parte do tempo com a minha grande amiga Maria. Nós duas comemos MUITO...e conversamos com várias pessoas super-legais... Muitas gente linda por lá...Hehehe...soon eu vou aprender a escrever sobre temas que sejam realmente interessantes de ler...mas isso pode demorar um pouquinho...ou não... Sei lá, gente, vou dormir... =]
O tema central é o nascimento de um amor proibido entre a professora inglesa e o Rei do Sião. O filme é triste por causa disso e por apresentar como "background" uma época de guerras e outras atrocidades da sociedade siamesa como escravidão e o seu sistema de justiça.
A parte do amor proibido foi a parte que eu mais gostei e, é claro, chorei... Eu sei, eu sei, é piegas ficar chorando em filmes, mas eu admito... Eu choro em 72,8% dos filmes que eu assisto. Eu chorei também por que eu tô mais ou menos totalmente apaixonada e não tenho idéia do que fazer... o que pode ser bom e o que pode ser ruim...
Eu não queria fazer deste blog um lugar onde eu possa fazer uma simples lista das coisas que eu fiz durante o dia, mas isso é, para mim, ineitável já que eu tanto prezo os meus pequenos Accomplishments(aê Marie!) de cada dia...
Por exemplo, ontem, sexta-feira (que a minha mãe simplesmente não me deixou postar...) eu fui no cinema com o Nicolás e o Joel ver Madagascar. Óbvio que isso não deveria ser nenhum accomplishment... mas o legal foi eu ter me aventurado a ir com um cara que eu mal conheço, mas que se mostrou muitíssimo simpático, o Joel e um "recent friend" que eu adoro, o Nicolás...
Foi divertidíssimo e o filme é ótimo!!
Já hoje eu fui na Festa Junina do Clube de Campo de São Paulo e foi o máximo! Eu fui, voltei e passei a maior parte do tempo com a minha grande amiga Maria. Nós duas comemos MUITO...e conversamos com várias pessoas super-legais... Muitas gente linda por lá...Hehehe...soon eu vou aprender a escrever sobre temas que sejam realmente interessantes de ler...mas isso pode demorar um pouquinho...ou não... Sei lá, gente, vou dormir... =]
quarta-feira, junho 22, 2005
Laramara e Supletivo
Segunda Feira desta semana, dia 20 de junho eu tive que apresentar um trabalho sobre o semestre de estágio participativo. Hoje, eu tive que apresentar o trabalho do Supletivo pois eu fui doida o suficiente para fazer dois, o que me rendeu até uma ida à diretoria, pq na verdade não é permitido.
Bem, eu escrevi uma reflexão pessoal pra entregar pra Gilda. Eu li ela pra Lúcia e ela chorou. Eu li alto para minha mãe e chorei. Quando levantei os olhos do papel minha mãe chorava também.
Eis o dito cujo:
Gente apaixonada pelo que faz
Marianna Ferraz Cunha
O estágio participativo que eu realizei no Laramara durante este semestre proporcionou para mim uma vivência única. Mas isso é obvio e desnecessário de afirmar.
No final do ano passado me perguntaram o que eu gostaria de fazer para a disciplina Ética e Cidadania. As opções eram: viagem para Amazônia ou Quilombo, pesquisa; ou estágio participativo em uma das 15 instituições do terceiro setor. Eu já havia feito quatro anos de alfabetização de crianças de baixa renda em outros projetos também coordenados pelo Santa, da 5a a 8a série, e escolhi, portando, estágio participativo já que era de meu grande interesse. Depois de uma aula em que a Profa. Gilda, a Profa. Kátia e a Bia nos apresentaram as instituições decidi optar pelo estágio no Laramara – Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual.
O Laramara é uma associação completa. Além de todos os atendimentos, psicológicos, pedagógicos, médicos, serviço social, o Laramara conta com uma fábrica de artigos que auxiliam o dia-a-dia do deficiente visual. O meu espanto ao entrar por aquelas portas era indescritível. O prédio é excepcional; sempre limpíssimo, tudo projetado para ajudar as pessoas com qualquer tipo de deficiência visual.
Seria difícil de transcrever apenas para uma folha de papel tudo que eu aprendi no Laramara. Foi muito mais do que eles se propuseram a me ensinar. Eu entrei em contato, não somente com pessoas de classes sociais diferentes, não somente com pessoas de bairros diferentes, em entrei em contato com seres-humanos diferentes. As pessoas que eu conheci não viam a vida do mesmo modo que eu. Eu aprendi a entende-las e, felizmente, soube absorver muito mais do que simplesmente eles tinham para me falar.
Os deficientes visuais enxergam o mundo sem precisar vê-lo. Acho que isso foi uma das melhores coisas que eu pude aprender. O semestre significou para mim muito mais do que as idas ao Laramara. Quando eu saía de lá meus colegas e eu íamos de metrô até nossas casas. Antes do Laramara eu tinha entrado em um transporte público exatamente três vezes. Infelizmente a realidade de muitos alunos do Santa é essa. Nós vivemos em uma bolha. O Laramara me mostrou o mundo fora da minha bolha, por mais clichê que isso possa parecer. O Laramara me mudou espiritualmente e mentalmente. E levarei comigo para o resto da minha vida todas as experiências que eu tive com todas as pessoas extremamente competentes e atenciosas que conheci por lá.
Queria, por fim, agradecer a todos que tornaram isso possível para mim. Obrigado Gilda, obrigado Colégio Santa Cruz e todos os que pensaram nisso, obrigado Betânia, Lucas e Marina que pegavam o metrô comigo, obrigado Lúcia, minha motorista que me leva do metrô até em casa, obrigado todos no Laramara."
Hoje eu me senti muito adulta. Fui na Fnac, comprei umas revistas e tomei um lanche lá. Sozinha. Tipo, normal, só que eu abri minha agenda e fiquei lá escrevendo e tomando meu café e um sentimento tão "de adulta" me invadiu....foi até engraçado. O café tava uma delícia e os pães de queijo também.
Bem, eu escrevi uma reflexão pessoal pra entregar pra Gilda. Eu li ela pra Lúcia e ela chorou. Eu li alto para minha mãe e chorei. Quando levantei os olhos do papel minha mãe chorava também.
Eis o dito cujo:
Gente apaixonada pelo que faz
Marianna Ferraz Cunha
O estágio participativo que eu realizei no Laramara durante este semestre proporcionou para mim uma vivência única. Mas isso é obvio e desnecessário de afirmar.
No final do ano passado me perguntaram o que eu gostaria de fazer para a disciplina Ética e Cidadania. As opções eram: viagem para Amazônia ou Quilombo, pesquisa; ou estágio participativo em uma das 15 instituições do terceiro setor. Eu já havia feito quatro anos de alfabetização de crianças de baixa renda em outros projetos também coordenados pelo Santa, da 5a a 8a série, e escolhi, portando, estágio participativo já que era de meu grande interesse. Depois de uma aula em que a Profa. Gilda, a Profa. Kátia e a Bia nos apresentaram as instituições decidi optar pelo estágio no Laramara – Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual.
O Laramara é uma associação completa. Além de todos os atendimentos, psicológicos, pedagógicos, médicos, serviço social, o Laramara conta com uma fábrica de artigos que auxiliam o dia-a-dia do deficiente visual. O meu espanto ao entrar por aquelas portas era indescritível. O prédio é excepcional; sempre limpíssimo, tudo projetado para ajudar as pessoas com qualquer tipo de deficiência visual.
Seria difícil de transcrever apenas para uma folha de papel tudo que eu aprendi no Laramara. Foi muito mais do que eles se propuseram a me ensinar. Eu entrei em contato, não somente com pessoas de classes sociais diferentes, não somente com pessoas de bairros diferentes, em entrei em contato com seres-humanos diferentes. As pessoas que eu conheci não viam a vida do mesmo modo que eu. Eu aprendi a entende-las e, felizmente, soube absorver muito mais do que simplesmente eles tinham para me falar.
Os deficientes visuais enxergam o mundo sem precisar vê-lo. Acho que isso foi uma das melhores coisas que eu pude aprender. O semestre significou para mim muito mais do que as idas ao Laramara. Quando eu saía de lá meus colegas e eu íamos de metrô até nossas casas. Antes do Laramara eu tinha entrado em um transporte público exatamente três vezes. Infelizmente a realidade de muitos alunos do Santa é essa. Nós vivemos em uma bolha. O Laramara me mostrou o mundo fora da minha bolha, por mais clichê que isso possa parecer. O Laramara me mudou espiritualmente e mentalmente. E levarei comigo para o resto da minha vida todas as experiências que eu tive com todas as pessoas extremamente competentes e atenciosas que conheci por lá.
Queria, por fim, agradecer a todos que tornaram isso possível para mim. Obrigado Gilda, obrigado Colégio Santa Cruz e todos os que pensaram nisso, obrigado Betânia, Lucas e Marina que pegavam o metrô comigo, obrigado Lúcia, minha motorista que me leva do metrô até em casa, obrigado todos no Laramara."
Hoje eu me senti muito adulta. Fui na Fnac, comprei umas revistas e tomei um lanche lá. Sozinha. Tipo, normal, só que eu abri minha agenda e fiquei lá escrevendo e tomando meu café e um sentimento tão "de adulta" me invadiu....foi até engraçado. O café tava uma delícia e os pães de queijo também.
terça-feira, junho 21, 2005
Vamos começar. Decidi esta tarde criar um blog que onde eu pudesse expressar minhas opniões e onde outras pessoas possam lê-las e compartilhar as suas próprias comigo.
Meu nome é Marianna, mas sou conhecida como Kiki pelos meus amigos. Sou atualmente considerada uma jovem de 16 anos. Mas já tive outras idades. =] Tenho como muitos jovens across the world idéias de mais na minha cabecita! Será um prazer postar por aqui.
Leio muito e gosto muito de línguas. Estudo Inglês e Japonês e já tive um curso de Francês de quatro anos. Meu maior vício é o esporte. Pratico Kung Fu(4 x por semana)Natação(2 x por semana), Wakeboard (fim de semana), Futebol (fim de semana) e Escalada (sextas feiras aleatórias). Não sei se posso ser considerada uma boa aluna. Tiro C em várias matérias, B em algumas e A só em Educação Física e Ética e Cidadania. Eu sei, é mediocre, mas meu colégio não é fácil...Pelo menos eu só pego recuperação de química!! Gosto muito de cachorros e estou atualmente procurando um psicólogo para o meu Vizla, acho que ele realmente precisa. Me conecto à internet como muitos assistem televisão. Constantemente...
Mas, apesar de tudo sou muito divertida e rio muito... Me divirto geralmente com meus amigos e com minha família.
Nos "vemos" em breve...
Meu nome é Marianna, mas sou conhecida como Kiki pelos meus amigos. Sou atualmente considerada uma jovem de 16 anos. Mas já tive outras idades. =] Tenho como muitos jovens across the world idéias de mais na minha cabecita! Será um prazer postar por aqui.
Leio muito e gosto muito de línguas. Estudo Inglês e Japonês e já tive um curso de Francês de quatro anos. Meu maior vício é o esporte. Pratico Kung Fu(4 x por semana)Natação(2 x por semana), Wakeboard (fim de semana), Futebol (fim de semana) e Escalada (sextas feiras aleatórias). Não sei se posso ser considerada uma boa aluna. Tiro C em várias matérias, B em algumas e A só em Educação Física e Ética e Cidadania. Eu sei, é mediocre, mas meu colégio não é fácil...Pelo menos eu só pego recuperação de química!! Gosto muito de cachorros e estou atualmente procurando um psicólogo para o meu Vizla, acho que ele realmente precisa. Me conecto à internet como muitos assistem televisão. Constantemente...
Mas, apesar de tudo sou muito divertida e rio muito... Me divirto geralmente com meus amigos e com minha família.
Nos "vemos" em breve...
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